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Clã:Oliveira

De Rodovid PT

Família antiga, cujo membro mais remoto que se conhece é Pedro de Oliveira, casado com Elvira Anes Pestana, filha de João Pestana, o moço, de qual teve:D.Martim Pires de Oliveira,arcebispo de Braga,que instituiu o morgado de Oliveira no ano de 1350 para seu irmão Pedro e deixou geração ilegítima;Pedro Pires de Oliveira,administrador do morgado de Sobrado ou de Vale de Sibrados,que instituiu e nele nomeou D.Rodrigo,bispo de Lamego,filho de seu tio D. Martinho,e que se recebeu com D.Mor Mendes,de quem deixou filhos;Mem Pires de Oliveira,nomeado em priemiro lugar para administrar o vinculode Oliveira,casou com Guiomar Martins,filha de Martim Pires Podentes e de D.Teresa Martins,com geração;D.Usenda de Oliveira,mulher de Afonso Anes de Brito,o clérigo de évora,Maria Pires,casada com Lourenço Pires de soalhães;João Pires,que sucederia na administração do vinculo de Oliveira,depois de extinta a linha do primeiro chamado;e Teresa Pires.O solar desta família é o paço de oliveira, freguesia de Santa Maria de Oliveira, no termo dos Arcos de Valdevez.

Pesquisador de Heraldica e Genealogia: Adauto Zoccarato (31)9373-0306

APOIO: http://www.cidadenova.com.br


Tabela de conteúdo

[editar] A R M A S

pt:image:BrasaoOliveira.jpg

As armas antigas dos Oliveiras são as seguintes:De vermelho,com uma oliveira de verde,arrancada de prata e frutada de ouro.Timbre: a oliveira do escudo(v.Olival). Modernamente trazem por armas: De vermelho, com uma oliveira de verde, perfilada e frutada de ouro, arrancada de prata.Timbre: a Oliveira do escudo.


[editar] Títulos, Morgados e SenhoriosBarões da Corticeira

Barões de Aguapeí Barões de Almeida-II Barões de Araraquara Barões de Barcelinhos Barões de Beberibe Barões de Caldas Barões de Campo Verde Barões de Cruangi Barões de Itapari Barões de Mecejana Barões de Melo e Oliveira Barões de Mogi-Mirim Barões de Nossa Senhora da Oliveira Barões de Oliveira Barões de Oliveira Barões de Ouricuri Barões de Santo António Barões de São João do Rio Claro Barões de Sincorá Barões de Tibagi


[editar] Barões de Tojal

Barões de Tromaí Barões do Guapi Condes de Arganil Condes de Tojal Senhores da Casa das Arrudas Senhores da Casa dos Oliveiras Senhores do Morgado de Oliveira Senhores do Morgado de Patameira Senhores do Morgado de Penedos Viscondes de Barcelinhos Viscondes de Caldas Viscondes de Faro e Oliveira Viscondes de Mecejana Viscondes de Oliveira Viscondes de Oliveira Viscondes de Oliveira do Paço Viscondes de Rodrigues de Oliveira Viscondes de São Jorge Viscondes de Tojal Viscondes do Rio Claro


[editar] Cargos e ProfissõesAbades de Calheiros

Abades de Oliveira Abades dos Arcos Actores Advogados Arcebispos de Braga Arquitectos Bispos de Coimbra Bispos de Miranda Chanceleres-mores do Reino Deputados - Portugal Engenheiros Escritores Familiares do Santo Ofício Fidalgos da Casa Real


[editar] Governadores da Guiné

Governadores de Macau Governadores de Moçambique Governadores de Timor Governadores do Brasil Médicos Militares Ministros Ministros das Finanças - Portugal Presidentes da República do Brasil Primeiros-ministros de Portugal Professores Secretários de Estado dos Negócios da Fazenda Sócios do Clube Tauromáquico Sócios do Clube Tauromáquico-II


[editar] OrdensCavaleiros da Ordem de Cristo

Cavaleiros da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa Comendadores da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa


[editar] Comendadores da Ordem do Império Britânico

Grã-cruzes da Ordem da Torre e Espada


[editar] Distribuição Geográfica

São Paulo > Metropolitana de São Paulo (9) São Paulo > Macrometropolitana Paulista (3) Portugal > Lisboa e Estremadura (284) Portugal > Porto e Douro (165) Portugal > Beira (122) Portugal > Minho (49) Portugal > Alentejo (34) Portugal > Ribatejo (26) Portugal > Açores (24) Portugal > Madeira (22) Portugal > Trás-os-Montes (21) Portugal > Algarve (20) França > Ile de France (1) E. U. América > New York (1) Brasil > Rio de Janeiro (14) Brasil > São Paulo (11) Brasil > Piaui (4) Brasil > Ceará (1) Brasil > Bahia (1) Brasil > Minas Gerais (1) Brasil > Rio Grande do Norte (1) Angola > Luanda (6) Índia > Goa (3)


[editar] O OLIVEIRA MAIS FAMOSO NO BRASIL

JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA

Nasceu em 1902 em Diamantina. Seu pai, João César de Oliveira, foi caixeiro-viajante entre outras várias profissões, e sua mãe, Júlia Kubitschek, foi professora, era de origem tcheca (seu sobrenome é uma germanização do original tcheco Kubíček). Juscelino Kubitschek perdeu o pai aos 3 anos de idade, a partir de então a única fonte de renda da família era o trabalho de sua mãe.[1].

JK gostava muito de futebol, e tinha simpatia pelo América Mineiro, onde atuou como amador e sempre que podia acompanhava partidas daquele time. Também foi apreciador das serenatas e serestas.

Estudou medicina em Belo Horizonte, formando-se em 1927. Fez curso e estágio complementar em Paris e Berlim em 1930 especializando-se em urologia. Casou-se com Sarah Gomes de Lemos em 1931. No ano seguinte, foi nomeado como capitão-médico da Polícia Militar de Minas Gerais. Como médico, serviu nas tropas mineiras que combatiam a Revolução de 1932.

Iniciou sua carreira política em 1934, quando foi nomeado chefe da Casa Civil do interventor federal em Minas Gerais, Benedito Valadares que o conheceu na campanha da Mantiqueira quando combatiam São Paulo . Foi eleito deputado federal, em 1934, pelo recém criado Partido Progressista e exerceu o mandato até o fechamento do Congresso Nacional em 10 de novembro de 1937, com o golpe do Estado Novo. Chegou a tenente-coronel médico da Polícia Militar de Minas Gerais. Foi prefeito de Belo Horizonte, nomeado por Benedito Valadares, de 1940 a 1945. Foi ainda eleito deputado federal para a Assembléia Constituinte de 1945 pelo Partido Social Democrático (PSD).

Juscelino se destacou mais em cargos executivos e na chamada política de bastidores típica de Minas Gerais e de seu partido o PSD.


[editar] Cargos executivos

Prefeito de Belo Horizonte de 19 de outubro de 1940 a 30 de outubro de 1945, nomeado pelo então governador de Minas Gerais Benedito Valadares. Seu mandato terminou com a queda do Estado Novo (Brasil) quando os interventores e prefeitos nomeados durante o Estado Novo foram exonerados de seus cargos. Deixou um rico acervo arquitetônico em grande parte assinado pelo famoso arquiteto Oscar Niemeyer, pavimentou a Avenida do Contorno e criou vários bairros. Governador de Minas Gerais, de 31 de janeiro de 1951 a 31 de março de 1955, quando passou o governo para Clóvis Salgado para poder se candidatar à presidência da República. O que foi decisivo para que o PSD escolhece JK como seu candidato ao governo de Minas foi que JK conseguiu o apoio do PR de Artur Bernardes à candidatura do PSD. Sua administração estadual foi muito dinâmica: construiu cinco usinas hidrelétricas e abriu mais de três mil quilômetros de rodovias, o que lhe rendeu projeção nacional; Seu lema era o Binômio Energia e Transporte. A maior dificuldade como governador foi uma revolta ocorrida na cidade de Uberaba, em 1952, contra os elevados impostos estaduais.[2]. Prometeu, em 1952, que, em dois anos, construiria uma siderúrgica e cumpriu: Em 12 de agosto de 1954 era inaugurada, com a presença de Getúlio Vargas, a Siderúrgica Mannesman, na região metropolitana de Belo Horizonte. Presidente da República de 1956 a 1961, cumprindo apenas um mandato de 5 anos. Foi o primeiro presidente civil desde Artur Bernardes a cumprir integralmente seu mandato. Sendo eleito com 36% dos votos numa coligação entre o PSD e o PTB. Juscelino Kubitschek empolgou o país com seu reclame: "Cinquenta anos em cinco", conseguiu encetar um processo de rápida industrialização, tendo como carro-chefe a indústria automobilística, houve forte crescimento econômico mas também um significativo aumento da dívida pública e da dívida externa e da inflação nos governos seguintes de Jânio Quadros e João Goulart. Os anos de seu governo são lembrados como "Os Anos Dourados", que coincidiu com a fase de prosperidade norte americana conhecida como "Great American Celebration", caracterizada pela baixa inflação e elevado crescimento econômico e do padrão de vida dos norte americanos.

JK teve os direitos políticos cassados em 8 de junho de 1964.


[editar] A eleição de Juscelino Kubitschek à presidência da República

Pela aliança PSD-PTB, Juscelino foi eleito Presidente da República em outubro de 1955 com 36% dos votos — Naquela época as eleições se realizavam em turno único.

Foi difícil o lançamento da candidatura Juscelino pois se acreditava em um veto militar a ela. Juscelino era acusado de ter apoio dos comunistas. Somente quando o presidente Café Filho divulgou a carta dos militares na Voz do Brasil foi que Juscelino se lançou candidato alegando que a carta dos militares não citava o seu nome.[3].

Para dar legitimidade e prestígio à sua candidatura a presidente, JK visitou o já idoso e venerando ex-presidente da república Wenceslau Brás em sua residência no sul de Minas. Pediu e conseguiu o apoio do antigo presidente à sua canditatura.

Juscelino obteve, em 3 de outubro de 1955, 500 mil votos a mais que o candidato da UDN Juarez Távora e 700 mil votos a mais que o terceiro colocado, o ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros. Juscelino foi favorecido pelo lançamento da candidatura de Plínio Salgado, a qual tirou votos do candidato Juarez Távora. Plínio Salgado teve 500.000 votos.

A UDN tentou impugnar o resultado da eleição, sob a alegação de que Juscelino não obteve vitória por maioria absoluta. A posse de Juscelino e do vice eleito João Goulart só foi garantida com um levante militar liderado pelo ministro da Guerra, general Henrique Teixeira Lott, que, em 11 de novembro de 1955, depôs o então presidente interino da República Carlos Luz. Suspeitava-se que Carlos Luz, da UDN não daria posse do presidente eleito Juscelino. Assumiu a presidência Nereu Ramos que concluiu o mandato de Getúlio Vargas. O Brasil permaneceu em estado de sítio até a posse de JK em 31 de janeiro de 1956.


[editar] Aspectos marcantes do seu mandato como presidente do Brasil

Juscelino foi o último presidente da República a assumir o cargo no Palácio do Catete em 31 de janeiro de 1956. Em seu mandato presidencial, Juscelino lançou o Plano Nacional de Desenvolvimento, também chamado de Plano de Metas, que tinha o célebre lema "Cinquenta anos em cinco".

O plano tinha 31 metas distribuídas em seis grandes grupos: energia, transportes, alimentação, indústria de base, educação e — a meta principal — Brasília. Visava estimular a diversificação e o crescimento da economia, baseado na expansão industrial e na integração dos povos de todas as regiões com a capital no centro do território brasileiro.


[editar] A convivência democrática

Juscelino Kubitschek na capa da edição norte-americana da revista TIME, em fevereiro de 1956 Fotografia do Memorial JKOutro fato importante do governo de JK foi a manutenção do regime democrático e da estabilidade política, que gerou um clima de confiança e de esperança no futuro entre os brasileiros. Teve grande habilidade política para conciliar os diversos setores da sociedade brasileira, mostrando-lhes as vantagens de cada setor dentro da estratégia de desenvolvimento de seu governo.

Evitou qualquer confronto direto com seus adversários políticos e apelou a eles para que fizessem oposição sempre dentro das leis democráticas. Anistou os militares rovoltosos de Jacareacanga e Aragarças. Inclusive muitos políticos da UDN, (adversária do PSD de Juscelino), o apoiavam, ficando conhecidos como a UDN chapa-branca.[4]. Seu maior adversário foi Carlos Lacerda, com o qual se reconciliou posteriormente.


[editar] Economia

Embora o governo de Juscelino Kubitschek usasse uma plataforma nacional desenvolvimentista, o Plano de Metas, lançado em 1956, permitiu a abertura da economia brasileira ao capital estrangeiro. Isentou de impostos de importação as máquinas e equipamentos industriais, assim como os capitais externos, desde que associados ao dinheiro nacional ("capital associado"). Para ampliar o mercado interno, o plano ofereceu uma generosa política de crédito.

Financiou a implantação da indústria automobilística e da indústria naval, a expansão da indústria pesada, a construção de usinas siderúrgicas e de grande usinas hidrelétricas, como Furnas e Três Marias, abriu as rodovias transregionais e aumentou a produção de petróleo da Petrobrás.

Em 15 de dezembro de 1959, JK criou a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, Sudene, para integrar a região ao mercado nacional. Em maio de 1960, um mês após a inauguração de Brasília, Juscelino fez com que o Brasil obtivesse do FMI um empréstimo de 47,7 milhões de dólares para financiar o seu plano industrial — sobretudo, a indústria automobilística em São Paulo.

Os críticos de Juscelino Kubitschek frisam o fato de ele ter priorizado o transporte rodoviário em detrimento do ferroviário devido à indústria automobilística, o que teria causado prejuízos ou isolamento a certas cidades. A opção pelas rodovias é considerada por muitos danosa aos interesses do país, que seria melhor servido por uma rede ferroviária.

De fato, a expansão do crédito, a grande quantidade de importações para indústria automobilística e as constantes emissões de moeda - para manter os investimentos estatais e pagar os empréstimos externos - provocaram crescimento da inflação e queda no valor dos salários. Em 1960, a inflação estava a 25% ao ano, subiu para 43% em 1961, para 55% em 1962 e chegou a 81% em 1963. Porém o salário-mínimo de 1959, foi, por muitos anos, considerado o mais alto, em valores reais, de todos os tempos.

A dívida externa aumentou 1,5 bilhão de dólares, chegando ao todo a 3,8 bilhões de dólares. Foi ainda agravada pelas altas remessas de lucros das empresas estrangeiras de "capital associado" e pelo consequente aumento do déficit na balança de pagamentos. Durante o governo JK, a produção industrial cresceu 80%, os lucros da indústria cresceram 76%, mas os salários cresceram apenas 15%.


[editar] Construção de Brasília

A construção de Brasília foi, sem dúvida, um dos fatos mais marcantes da história brasileira do século XX. A idéia de construir uma nova capital no centro geográfico do País estava prevista na primeira Constituição republicana de 1891, mas foi adiada por todos os governos desde então.

A promessa de construir Brasília foi feita, por JK, no dia 4 de abril de 1955, em um comício, em Jataí (Goiás), quando, no final do comício, JK resolveu ouvir perguntas de populares e o estudante para tabelião Antônio Soares Neto, o Toniquinho, perguntou a JK se este iria cumprir toda a constituição do Brasil, inclusive o artigo referente a nova capital. [5]. [6].

Até que o Congresso, mesmo com descrença, aprovou a Lei n° 2874, sancionada por JK em 19 de setembro de 1956, determinando a mudança da Capital Federal e criando a Companhia Urbanizadora da Nova Capital — Novacap.

As obras, lideradas pelos arquitetos Lúcio Costa e Oscar Niemeyer começaram com entusiasmo em fevereiro de 1957. Mais de 200 máquinas e de 30 mil operários - os candangos - vindos de todas as regiões do Brasil (principalmente do Nordeste), exerceram um regime de trabalho ininterrupto, dia e noite, para construir Brasília até a data prefixada de 21 de abril de 1960, em homenagem à Inconfidência Mineira.

As obras terminaram em tempo recorde de 41 meses — antes do prazo previsto. Já no dia da inauguração, em pomposa cerimônia, Brasília era considerada como uma das obras mais importantes da arquitetura e do urbanismo contemporâneos. Além da obediência à Constituição, a construção da Nova Capital visava a integração de todas as regiões do Brasil; a geração de empregos, absorvendo o excedente de mão-de-obra da região Nordeste; e o estímulo ao desenvolvimento do interior, desafogando a economia saturada do centro-sul do País.


[editar] Política Externa

No plano internacional, Juscelino procurou estreitar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos da América, ciente de que isso ajudaria na implementação de sua política econômica industrial e na preservação da democracia brasileira.

Formulou a Operação Pan-americana, iniciativa diplomática em que solicitava apoio dos Estados Unidos ao desenvolvimento da América do Sul, como forma de evitar que o continente fosse assolado pelo fantasma do comunismo.


[editar] Rebeliões

Em seu governo ocorreram duas rebeliões de oficiais da Força Aérea Brasileira: em 19 de fevereiro de 1956 em Jacareacanga, Pará, e em 3 de dezembro de 1959, em Aragarças, Goiás. Ambas foram rapidamente controladas e seus líderes foram anistiados.

Apesar do crescimento econômico, o mandato de Juscelino Kubitschek terminou com crescimento da inflação, aumento da concentração de renda e arrocho salarial. Ocorreram várias manifestações populares, com greves na zona rural e nos centros industriais que se alastram nos governos seguintes.


[editar] Corrupção

Rosto de JK na Praça dos Três Poderes.JK também foi acusado diversas vezes de corrupção. As acusações vinham desde os tempos em que ele era governador, e se intensificaram no período em que ele foi presidente. As denúncias se multiplicaram por conta da construção de Brasília: havia sérios indícios de superfaturamento das obras e favorecimento de empreiteiros ligados ao grupo político de Juscelino, além do fato de apenas a Panair do Brasil fazer, quase com monopólio, transporte de pessoas e materiais.

Na época, a imprensa chegou a dizer que JK teria a sétima maior fortuna do mundo, o que nunca foi provado. Durante a campanha de sucessão presidencial, as denúncias de corrupção contra JK foram amplamente exploradas pelo candidato Jânio Quadros, que prometia "varrer a corrupção" do governo de JK. JK respondeu a inquérito policial militar (IPM) durante o regime militar, acusado de corrupção e de ter apoio dos comunistas.

A Panair do Brasil foi depois perseguida e levada á falência pelo regime militar.

Quando de sua morte porém, o inventário de bens mostrou um patrimônio modesto, tendo sua filha Márcia precisado vender uma apartamento para financiar sua campanha eleitoral à Câmara dos Deputados.[7].


[editar] A eleição de seu sucessor

As eleições de 3 de outubro de 1960 foram vencidas pelo candidato oposicionista Jânio Quadros, ex-governador de São Paulo apoiado pela UDN. Jânio obteve 48% dos votos válidos, em um total de quase 6 milhões de votos, a maior votação obtida por um político brasileiro até então. Juscelino havia apoiado o marechal Henrique Lott, seu ministro da guerra (hoje comandante do exército) e que havia garantido a posse de JK em 1955. Lott era da aliança PSD-PTB que reelegeu João Goulart presidente da república.

Ao passar a faixa presidencial para Jânio Quadros em 31 de janeiro de 1961 Juscelino tornou-se o primeiro presidente desde Artur Bernardes a ser eleito pelo voto direto que iniciou e concluiu seu mandato dentro do prazo determinado pela Constituição Federal.


[editar] Anos Dourados

Kubitschek entre companheiros.Após a retomada da democracia no Brasil, Juscelino Kubitschek e sua atuação na Presidência da república, foram referências para o Brasil entre os anos de 1956 e 1961. A era JK estava em todo canto: na nota de 100 mil cruzeiros nos chamados "Anos Dourados". Ao longo da década de 1950, a sociedade brasileira fora dividida em urbana e industrial.

Nessa época foram aparecendo os eletrodomésticos, que prometiam facilitar a vida em casa. Eram de todos os tipos, desde enceradeiras a aspiradores de pó. Foram criados os objetos de plástico e fibra sintética, além de carros e casas, com mobílias com menos adornos.

Em se tratando de política, foi criado o que se chamou de "American Way of Life" (Estilo de vida americano) por conta da influência norte-americana da Segunda Guerra Mundial. Enquanto tudo isso se consolidava, os meios de comunicação se ampliavam. Eram rádios, revistas, jornais, radionovelas, programas musicais e de humor.

Foram criadas as chanchadas, filmes surgidos na década de 1940 que tinham música e comédia e duraram até a década de 1950.

Os teatros, telenovelas e telejornais tinham mais audiência que nunca. Em 1958, a música fora consolidada, com sucessos como "Chega de saudade" de João Gilberto. Fora criada também a Bossa-Nova.

Sem esquecer de uma inauguração importante, de uma junção de JK com Lúcio Costa: a nova capital do país, Brasília. No esporte a seleção brasileira de futebol foi campeã na Copa do Mundo de 1958 na Suécia, o boxeador peso-galo Éder Jofre foi campeão mundial de boxe, em 1959 a seleção brasileira de basquete masculina foi campeã mundial no Chile e a tenista Maria Esther Bueno venceu os torneios de Wimbledon e o US Open.

O salário-mínimo, em 1959, em termos reais, descontado a inflação é considerado o mais alto da história do Brasil.

Os anos dourados inspiraram o espírito otimista e inovador,consagrando assim o governo de Juscelino Kubitschek.


[editar] Após a presidência

Juscelino foi Senador por Goiás em 1962. Juscelino ambicionava concorrer novamente à Presidência da República em 1965, projeto abortado pelo golpe militar de 1964, também chamado de Revolução de 1964.

Acusado de corrupção e de ser apoiado pelos comunistas, teve os direitos políticos cassados em 1964. Posteriormente, tentou articular , em 1967, a Frente Ampla de oposição ao regime militar, juntamente com o ex-presidente João Goulart e o ex-governador da Guanabara Carlos Lacerda, este último seu antigo adversário político. A partir de então passou a percorrer cidades dos Estados Unidos da América e da Europa, em um exílio voluntário.

Faleceu em 1976, em um desastre automobilístico, em circunstâncias até hoje pouco claras, no quilômetro 328 da Rodovia Presidente Dutra, na altura da cidade fluminense de Resende. Até hoje, o local do acidente é conhecido como "curva do JK". Mais de 300 mil pessoas assistiram a seu funeral em Brasília. Seus restos mortais estão no Memorial JK, construído em 1981 na Capital Federal por ele fundada.

Juscelino Kubitschek é, ainda hoje, um dos políticos mais admirados do cenário nacional, considerado um dos melhores presidentes que o Brasil já teve, por sua habilidade política, por suas realizações e pelo seu respeito às instituições democráticas.

Após ter sido exilado voluntariamente, regressou definitavamente ao Brasil em 1967. JK pretendeu voltar para a vida política, depois de passados os 10 anos que duravam as cassações de direitos políticos. Para dissuadi-lo, os militares usaram os fantasmas das denúncias de corrupção, buscando desmoralizá-lo politicamente. Eles ameaçavam levar as investigações adiante caso Juscelino tentasse voltar à cena política.

Apesar dos fortes indícios de corrupção e da pressão de alguns segmentos políticos e da opinião pública da época, JK nunca chegou a responder formalmente à Justiça pelas acusações de corrupção, porém respondeu aos IPM, inquéritos policiais militares.


[editar] Representações na cultura

Estátua de Juscelino Kubitschek, na praça que leva seu nome, em Belo Horizonte.A vida e carreira política de Juscelino Kubitschek foi tema de inúmeros livros e, de 3 de Janeiro até 24 de março de 2006, foi contada através de uma minissérie da Rede Globo intitulada "JK".

Juscelino Kubitschek já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por José de Abreu no filme "JK - Bela Noite Para Voar" (2005), e José Wilker e Wagner Moura na minissérie de televisão "JK" (2006).

Também teve sua efígie impressa nas notas de Cz$100,00 (cem cruzados) de 1986 e cunhado no verso das moedas comemorativas de 1 real lançadas em 2002 no Brasil, por ocasião do centenário de seu nascimento.


USUÁRIO: Pesquisador de Heraldica e Genealogia:Adauto Zoccarato (31)9373-0306

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  1. Lopes de Oliveira * 1750 c
  2. Oliveira
  3. * Oliveira
  4. ? ? * Junho ?
  5. * ? ? * ?
  6. ? ? * Outubro ?
  7. * ? Oliveira
  8. * ? de Oliveira * ? † ?
  9. ? de Oliveira * ? † ?
  10. Abigail Soares de Oliveira * ?
  11. * Acyr Gomes de Oliveira * ?
  12. Adilson Soares de Oliveira * 10 Maio 1957
  13. Admilson Soares de Oliveira * 29 Maio 1963
  14. Adolfa Ferraz de Oliveira * 1 Dezembro 1920 † 18 Outubro 2005
  15. Adriana Oliveira * 11 Agosto 1969 † 27 Janeiro 1990
  16. * Agnaldo Oliveira Junior * 1950
  17. * Agostinho Marques de Oliveira
  18. Alana Márcia de Oliveira * 7 Março
  19. Alaíde de Oliveira
  20. Aldemar de Oliveira
  21. Alessandra Lopes Oliveira * 4 Fevereiro 1972
  22. Alexandre Santos de Oliveira * ?
  23. Alexandre Toscanelli de Oliveira * 21 Dezembro 1968
  24. * Alexandre dos Santos Oliveira * 7 Janeiro 1974
  25. * Alexsandro Wallace Oliveira * ?
  26. * Aline Oliveira
  27. * Aline Guedes de Oliveira * 29 Fevereiro 1992
  28. Altino César de Oliveira Junior * ? † ?
  29. Altino César de Oliveira Neto * ?
  30. Altino César Oliveira * 17 Abril 1885
  31. Alvina César de Oliveira (de Mello) * 23 Abril 1923 † 12 Setembro 1981
  32. * Amandina Oliveira (Bastos) * 30 Março 1939 † 24 Junho 2007
  33. * Amélia Drummond de Oliveira * ?
  34. Amélia Martins de Oliveira
  35. Ana Oliveira * ?
  36. Ana Rodrigues de Oliveira (Martins( Cabocla))
  37. Ana de Lima Oliveira * 1718 † 16 Novembro 1774
  38. * Ana de Oliveira
  39. Ana Antônia de Oliveira * ?
  40. Ana Carolina Lodo de Oliveira
  41. * Ana Claudia Bezerra Oliveira
  42. Ana Claudia Lodo Oliveira
  43. Ana Filadelfa Oliveira
  44. Ana Joaquina do Amor Divino * 1778 † 16 Julho 1855
  45. * Ana Joaquina de Oliveira (Arruda)
  46. Ana Leonina de Oliveira (Machado)
  47. Ana Luisa de Oliveira * 1812 † 16 Junho 1874
  48. Ana Maria Mano de Oliveira (Anhuci)
  49. Ana Maria de Oliveira
  50. * Ana Maria de Oliveira (Morais) * ?

Ver (-50) (+50) (20 | 50 | 100 | 250 | 500).

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