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Antonio Pedroso de Alvarenga * 1579 c † fevereiro 1643
| Clã ao nascer | Alvarenga |
| Sexo | masculino |
| Nome completo ao nascer |
Antonio Pedroso de Alvarenga |
| Pais
♂ Antonio Rodrigues de Alvarenga * 1550 c † 14 setembro 1614 ♀ Anna Ribeiro (de Alvarenga) * 1560 c † 23 outubro 1647 | |
Eventos
1579 c Nascimento: São Paulo, SP, Brasil
fevereiro 1643 Falecimento: São Paulo, SP, Brasil
Notas
Antonio "foi nobre cidadão de São Paulo com grande respeito, e potentado em arcos de índios que conquistou no sertão que penetrou em várias entradas".
Em 1611, Dom Luís de Sousa assumiu o cargo de governador e administrador geral das três capitanias: do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e de São Paulo. Dom Luís, "animando aos paulistas mais poderosos e experientes dos sertões para a empresa de intentarem descobrimentos de minas de ouro ou prata, se encarregou desta importantíssima conduta Antonio Pedroso de Alvarenga".
Em 1616, Antonio, "formando uma grande tropa à sua custa", fez uma entrada para mais de trezentas léguas de São Paulo, até o sertão do grande rio Paraupava (ao norte da capitania de Goiás), que "encaminha o curso de suas águas para o caudaloso rio do Maranhão". Dois de seus cunhados foram mortos durante esta expedição.
"Por esses serviços foi premiado com o posto de sargento-mor da comarca da capitania de São Vicente e São Paulo com o soldo de 80$000".
Antonio declarou em seu testamento:
Declaro eu, Antonio Pedroso de Alvarenga, que minha mãe Anna Ribeira é minha legitima herdeira, e não tenho outra; a qual, sendo caso que faleça da vida presente antes que eu, quero e sou contente que minha mulher Anna Correa será herdeira de todos os bens que se acharem.
Declaramos que em nossa casa se criou um menino por nome Alberto, e a criação lhe demos e damos, como que se fora nosso filho carnal; e pelo amor que lhe temos, queremos e somos contentes que, crescendo ele na virtude e bons costumes e sendo capaz e suficiente para estudar, de ordenarmos à nossa custa de Ordens Sacras; e, sendo que não tenha efeito nem ele tenha suficiência para isso, lhe damos de nossa fazenda 40$000 réis e 5 almas.
Deixamos aos religiosos de Nossa Senhora do Carmo, casas nesta vila.
Deixamos as casas que estão no canto da rua que vai para a praça, que partem de uma banda com casas de Anna Ribeira nossa sobrinha, e da outra com a mesma rua em que Anna Ribeira minha mãe. As damos em dote de casamento a Anna Mourato, filha de Manoel Mourato Coelho, com tal declaração que enquanto minha mãe Anna Ribeira for viva morará nelas, e por sua morte ficarão a dita Anna Mourata.
Em nome de Deus, Amém. Saibam quantos este Codecilo virem que aos 14/2/1643, em esta vila de São Paulo, estando eu, Antonio Pedroso de Alvarenga, doente em cama, faço este codecilo em que declaro algumas coisas que no dito testamento faltaram.
Gerações: avós até netos (clique no sexo - ♂ ♀ Ψ - de uma pessoa para ver a árvore COMPLETA dela)
Imigração: Índia
Imigração: Índia
Falecimento: 14 julho 1636, São Paulo, SP, Brasil
Casamento: ♂ Pedro da Silva
Falecimento: 1644, São Paulo, SP, Brasil
Casamento: ♀ Merência Vaz
Falecimento: 1609, São Paulo, SP, Brasil
Título: Capitão
Casamento: ♀ Luzia Leme , SP, Brasil
Falecimento: 10 agosto 1675, São Paulo, SP, Brasil
Casamento: ♂ Salvador Pires de Medeiros , São Paulo, SP, Brasil
Falecimento: 1671 c, São Paulo, SP, Brasil
Falecimento: 1646, São Paulo, SP, Brasil
Ordenação: São Paulo, SP, Brasil, Frei carmelita
